Solomun no Brasil 2026: como curtir os shows em Curitiba e São Paulo

Quem acompanha a cena eletrônica mundial já reservou o final de semana. O dj Solomun volta ao Brasil em 2026 para dois shows que fecham o mês de outubro e abrem novembro: Curitiba no sábado, 31 de outubro, e São Paulo no domingo, 1º de novembro. São duas cidades, dois locais icônicos e duas experiências diferentes, ambas em formato diurno, ao ar livre, começando às 14h.
Neste guia, você vai encontrar tudo o que precisa para decidir, comprar e aproveitar: a agenda completa, o que esperar de cada show, a diferença entre o evento de Curitiba, que traz Vintage Culture como convidado, e o solo de São Paulo, como usar o cupom de desconto PARTIU na compra dos ingressos e um passo a passo prático para o dia do show. Se você estava esperando uma justificativa para atravessar o país atrás de um set imersivo de house melódico, ela está aqui.
Vale a pena adiantar um ponto: a venda de ingressos está aberta, com lote extra disponível nos setores de Curitiba, e faltam pouco mais de dez dias para a primeira parada. Ou seja, o período em que planejar ainda dá resultado está encurtando. Continue lendo e garanta o seu lugar com desconto.
Solomun no Brasil 2026: por que esse retorno importa
O Solomun no Brasil 2026 não é uma passagem relâmpago em festival cheio de palcos. São duas datas dedicadas, com o artista como atração principal de cada noite, o que muda completamente a natureza do evento. Em vez de uma hora de show dividida entre vários nomes, o público terá acesso ao formato que consagrou o croata bósnio de criação alemã: sets longos, construídos como uma jornada, em que cada transição serve a um propósito maior.
Para quem acompanha a carreira dele há tempos, a data tem peso histórico. Solomun fez poucas passagens pelo Brasil ao longo da última década, e cada uma delas virou assunto por semanas. Os registros dessas apresentações, espalhados em vídeos e listas de sets, alimentam uma parcela da comunidade eletrônica que trata os shows dele quase como peças de colecionador. A cada retorno, o efeito é o mesmo: quem foi, lembrará; quem não foi, entende que não pode repetir o erro.
O contexto do momento do artista também explica a relevância. Solomun vive um ciclo de intensa atividade internacional, com datas no calendário da Europa e da América do Norte, o que torna escalas na América do Sul menos previsíveis. Um retorno ao Brasil é sempre uma exceção na agenda, não uma rotina. Por isso, os dois shows de 2026 funcionam como janela única: não existe, hoje, anúncio de outras cidades brasileiras na mesma passagem.
Há ainda um detalhe de formato que merece atenção. Os dois eventos começam às 14h e acontecem em espaços abertos, o que caracteriza um festival diurno, estilo daylight. Isso altera a experiência em comparação com shows noturnos em clubes: luz natural, clima mais leve, energia coletiva construída ao longo da tarde e uma proposta de consumo que lembra mais um dia de festival do que uma saída noturna convencional. Para quem gosta de dançar sem virar a madrugada, é um cenário praticamente ideal.
Agenda Solomun: as duas datas em detalhes
A Agenda Solomun no Brasil 2026 é curta e objetiva. Duas cidades, dois dias consecutivos, um final de semana completo para quem quiser acompanhar a passagem inteira do artista pelo país. Confira as informações oficiais de cada data.
Curitiba
- Data: 31 de outubro de 2026, sábado
- Local: Pedreira Paulo Leminski, Rua João Gava, 970
- Atração principal: Solomun
- Convidado especial: Vintage Culture
- Horário: a partir das 14h
- Formato: festival diurno ao ar livre
- Ingressos: site oficial de vendas Ingresse
São Paulo
- Data: 1º de novembro de 2026, domingo
- Local: Parque Villa-Lobos, Alto de Pinheiros
- Atração principal: Solomun, em apresentação solo
- Horário: a partir das 14h
- Formato: festival diurno ao ar livre
- Ingressos: site oficial de vendas Ingresse
Repare na lógica da sequência. Curitiba abre a passagem no sábado com o encontro entre Solomun e Vintage Culture, dois nomes de grande porte dividindo o mesmo palco. São Paulo fecha a turnê no domingo com o artista sozinho, comando total, set livre para construir a jornada que ele quiser. Quem for aos dois verá praticamente duas propostas distintas de apresentação com o mesmo intérprete.
Essa distinção importa na hora de escolher. Não são eventos idênticos em cidades diferentes. São montagens diferentes, com line-ups diferentes, em espaços de personalidades diferentes. Nos próximos tópicos, vamos detalhar cada um.
Solomun Curitiba: Pedreira Paulo Leminski, 31 de outubro
O Solomun Curitiba acontece na Pedreira Paulo Leminski, um dos espaços mais icônicos do país quando o assunto é show em grande escala. Localizada na Rua João Gava, 970, a Pedreira é literalmente o que o nome indica: uma antiga pedreira adaptada em arena de eventos, com paredões de rocha que criam uma acústica e um clima visual que nenhum espaço convencional consegue copiar.
O histórico do lugar fala por si. A Pedreira recebeu algumas das maiores turnês internacionais das últimas décadas, incluindo apresentações de Paul McCartney, e virou cartão de visita de Curitiba para grandes eventos ao ar livre. A estrutura comporta milhares de pessoas, tem praça de alimentação, áreas de circulação amplas e uma topografia curiosa: a pista desce em direção ao palco, o que melhora a visibilidade mesmo para quem chega depois.
No dia 31 de outubro, um sábado, os portões seguem a lógica de festival diurno. A programação começa às 14h, e o ideal é planejar a chegada com antecedência: Curitiba no fim de outubro está em plena primavera, com temperaturas agradáveis durante o dia, mas a cidade tem fama de apresentar quatro estações em um único dia. Verificar a previsão e levar uma camada extra de roupa é recomendação padrão dos frequentadores.
Há um detalhe de calendário que adiciona camadas ao evento: 31 de outubro é Halloween. Curitiba, com sua forte herança imigrante europeia, costuma ter uma agenda movimentada nesse dia, e a cidade estará no clima. Um festival de música eletrônica de alto nível nesse contexto transforma o sábado em um dia inteiro de programa, do início da tarde até a noite. Para quem viaja de fora, o roteiro se completa naturalmente: show na Pedreira à tarde, cidade à noite.
A venda de ingressos para Curitiba está aberta em formato de lote extra, disponível em todos os setores, conforme a última atualização da produção. Esse é o tipo de informação que costuma mudar rápido nas semanas finais. Se você pretende ir, este é o momento de decidir, e mais adiante neste artigo explico como usar o cupom PARTIU para pagar menos nessa compra.
Vintage Culture em Curitiba: o encontro entre dois mundos
O convidado especial de Curitiba não é um nome aleatório. Vintage Culture, projeto de Lukas Ruiz, é hoje um dos artistas brasileiros mais projetados internacionalmente na música eletrônica, presença constante em festivais como Tomorrowland e em clubs e arenas da Europa e dos Estados Unidos.
A história dele adiciona um elemento local à data. Natural de Mundo Novo, no Mato Grosso do Sul, e criado em diferentes cidades do país, Lukas deu os primeiros passos na carreira em Nova Fátima, no norte do Paraná. Ver o artista que saiu do interior paranaense para o circuito global dividindo o palco com um dos maiores nomes do house mundial, na capital do estado, tem uma carga simbólica que o público paranaense reconhece de imediato.
Do ponto de vista musical, a combinação faz sentido técnico. Vintage Culture construiu sua assinatura em um house moderno, com vocais marcantes e grooves que funcionam tanto em pistas de club quanto em palcos de festival, enquanto Solomun representa a vertente mais melódica e imersiva do gênero. A ordem das apresentações, em eventos como esse, geralmente posiciona o convidado nacional na abertura, aquecendo a pista para o headliner, e o contraste entre os dois estilos costuma render transições de energia que ficam na memória.
Para quem está decidindo entre as duas datas, o line-up é o argumento decisivo de Curitiba. Duas atrações de peso, um espaço histórico e o sábado livre. Em São Paulo, o argumento é outro, e vamos a ele.
Solomun SP: Parque Villa-Lobos, 1º de novembro

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O Solomun SP acontece no Parque Villa-Lobos, no Alto de Pinheiros, zona oeste de São Paulo, no domingo, 1º de novembro, a partir das 14h. Diferentemente de Curitiba, aqui o artista sobe ao palco sozinho: nenhuma atração de apoio, nenhum convidado anunciado. É o formato mais próximo da experiência original do dj, com tempo de sobra para um set de longa duração.
O Villa-Lobos é um dos parques mais adequados de São Paulo para eventos de grande porte. Com áreas verdes amplas e gramados extensos, no limite do Alto de Pinheiros, perto da Cidade Universitária e da Marginal Pinheiros, o espaço já recebeu grandes festivais diurnos e eventos gastronômicos ao longo dos anos. O endereço fica na Avenida Professor Fonseca Rodrigues, 2001, e a localização permite acesso por quem vem de diferentes regiões da capital e até de cidades vizinhas da Grande São Paulo.
A escolha do espaço tem uma consequência prática interessante: eventos no Villa-Lobos preservam uma atmosfera de parque. Árvores, céu aberto, terra e grama em vez de concreto e coberturas. Em um show diurno de house melódico, esse cenário combina com a proposta do artista, que trata cada apresentação como uma construção gradual de atmosfera. Luz natural, som aberto e uma pista que se forma espontaneamente no gramado.
O domingo ainda ganha um reforço de calendário que muita gente passa batido: 2 de novembro é Finados, feriado nacional, que neste ano cai na segunda-feira. Para boa parte do público, então, o show acontece na véspera de um dia livre. Não é necessário pedir folga, não existe o desgaste clássico de um domingo cheio seguido de uma semana de trabalho, e quem viaja de outras cidades pode voltar tranquilo ou esticar a estadia em São Paulo.
Vale repetir a orientação de horário: a apresentação começa às 14h, e o formato diurno exige um planejamento diferente do usual em shows noturnos. Almoço leve antes, hidratação constante, protetor solar. Em novembro, a primavera paulistana tende a entregar tardes agradáveis, mas as variações de clima em São Paulo exigem o mesmo protocolo de checagem de previsão que vale para Curitiba.
A venda de ingressos para São Paulo também está aberta pelo site oficial. Como o evento é solo, sem line-up extra, a expectativa é de uma pista focada no headliner do início ao fim. Para quem já viu Solomun alguma vez, é o formato preferido de boa parte dos fãs.
Quem é o dj Solomun: trajetória de um construtor de jornadas
Entender quem é Mladen Solomun ajuda a entender por que esses dois shows mobilizam tanta gente. Nascido na Bósnia em 1975, o artista migrou ainda criança com a família para Hamburgo, na Alemanha, cidade onde construiu sua base e onde criou, em 2006, junto com Adriano Trolio, a gravadora Diynamic Music. O nome vem da palavra dynamic, com a grafia turca do i, uma escolha estética que antecipou a identidade própria que a marca cultivou desde o início.
A trajetória dele tem um detalhe que inspiraria qualquer produtor iniciante: Solomun não começou cedo. Ele chegou à produção musical já adulto, depois de passar por outros trabalhos e de uma base musical que começou no piano, na infância. Em poucos anos, saiu dos circuitos de Hamburgo para o reconhecimento global, e a Diynamic se tornou uma das gravadoras mais respeitadas do house melódico, responsável por lançar e desenvolver artistas como HOSH, Stimming e Adriatique, além do próprio fundador.
A consagração internacional veio com uma combinação de trabalho consistente e momentos de forte viralização. O residencial Solomun +1, na Pacha Ibiza, iniciado em 2013, virou referência da ilha: a proposta era simples, o set dele seguido de um convidado por noite, e a qualidade das sessões transformou o evento em destino obrigatório para quem passava pelo Mediterrâneo. Em paralelo, remixes dele redefiniram faixas de outros artistas, como o célebre remix de Self Control, de Laura Branigan, e a versão de Lean On, do Major Lazer, que circularam intensamente em playlists do mundo inteiro.
A cultura pop também cruzou seu caminho. Em 2018, o jogo GTA Online incluiu Solomun como um dos DJs residentes da expansão After Hours, colocando sua música dentro de um dos produtos de entretenimento mais consumidos do planeta. Festivalmente, passagens por eventos como o Coachella consolidaram a presença dele no topo do circuito norte americano, e os palcos europeus o receberam nas principais edições de festivais e clubs do continente.
O que tudo isso constrói é uma reputação rara: a de artista que não depende de hits momentâneos para lotar espaços. O dj Solomun vende, acima de tudo, uma experiência. A promessa implícita em cada anúncio de show dele é a de uma jornada musical completa, sem cortes, com começo, desenvolvimento e final. É exatamente essa promessa que Curitiba e São Paulo vão receber em 2026.
Para o público brasileiro, há ainda um fator de afinidade. A música dele dialoga naturalmente com o gosto nacional por melodias fortes e grooves dançantes, e os registros das passagens anteriores do artista pelo país mostram pistas cheias e engajadas de início a fim. Os dois shows de 2026 tendem a reforçar essa relação.
Como é um set de Solomun: o que esperar musicalmente
Quem nunca ouviu o artista em ambiente de festa precisa entender o básico da proposta para aproveitar melhor os eventos. Os sets de Solomun são conhecidos mundialmente por sua duração longa e pela construção progressiva. Ele não entrega um bloco de hits empilhados. Ele monta um arco: começa com atmosferas mais profundas, estabelece uma base de grooves, insere melodia sobre melodia e conduz a pista por estados diferentes antes de um desfecho que costuma ser o ponto alto.
O repertório se move dentro do universo do house, com aberturas para o techno melódico em momentos específicos. Grooves profundos, linhas de baixo presentes, vocais usados como elementos emocionais e não como excusa para refrões previsíveis. Em shows diurnos como os dois da turnê brasileira, essa linguagem ganha outra leitura: a luz natural permite acompanhar as mudanças de energia em tempo real, na expressão da pista, em vez de dentro de uma escuridão estroboscópica.
Uma característica que sempre rende comentários é a capacidade dele de fazer horas de set parecerem passar rápido demais. Isso não é sorte, é técnica. A curadoria de transições, o espaçamento entre picos de energia e o controle do ritmo da pista são a assinatura de quem trabalha o ofício há quase duas décadas. Para o público, o resultado prático é simples: você chega às 14h, percebe que já passaram horas e que você não teve vontade de sentar em momento nenhum.
Dois conselhos práticos ajudam quem vai pela primeira vez. Primeiro, renda-se à duração: não trate o show como um evento com horário de encerramento apressado, porque os melhores momentos dos sets dele tendem a aparecer no meio e no fim do arco. Segundo, não busque por playlists antecipadas com expectativa de reencontrar cada faixa na pista. Parte da experiência está justamente no ineditismo da sequência.
E um lembrete para os apressados: as participações e os desdobramentos de line-up podem ser confirmados ou alterados pela produção a qualquer momento, como vale para qualquer evento desse porte. O que está documentado oficialmente até agora é o formato descrito neste artigo, e as informações oficiais de venda são sempre a fonte final de verdade.
Solomun no Brasil: como curtir cada show
Chegou a parte operacional. A intenção de ir é metade do caminho; a outra metade é executar o dia com eficiência. A seguir, um guia prático dividido por frentes, que serve para os dois eventos com os ajustes específicos de cada cidade.
Como chegar e quando chegar
Em Curitiba, a Pedreira Paulo Leminski fica na região norte da cidade, no bairro Abranches. Para quem vem de fora, o aeroporto fica a cerca de 30 minutos de carro do local. O transporte por aplicativo é a opção mais prática, considerando o volume de público esperado. Chegue com folga: a programação começa às 14h, e quem chega cedo garante posição boa na pista, evita filas longas nos portões e nas barracas de bebida. Curitiba tem sistema de transporte coletivo eficiente, mas para grandes eventos na Pedreira a recomendação usual dos frequentadores é chegar por aplicativo ou com motorista particular.
Em São Paulo, o Parque Villa-Lobos fica no Alto de Pinheiros, com acesso facilitado pela Marginal Pinheiros. Quem vem de carro encontra estacionamentos na região, mas a orientação clássica para eventos no parque é ir por aplicativo ou transporte coletivo, dada a concentração de público. De metrô, a rota mais comum passa pela Estação Cidade Universitária da CPTM para quem vem de linhas que atendem a região oeste, ou pela combinação de metrô até Pinheiros e aplicativo para o trecho final. O evento é diurno, o que facilita a logística de retorno: os aplicativos circulam normalmente, diferente de madrugadas de eventos noturnos.
Quanto ao horário de chegada, a regra vale para os dois: 14h é o horário de início, não o horário de sair de casa. Calcule portão, segurança e fila de entrada, e some a vontade de encontrar um bom lugar na pista. Chegar uma hora antes do início é um bom padrão para eventos diurnos desse porte.
O que levar, o que consumir e como planejar o dia
Eventos diurnos ao ar livre têm uma receita de sobrevivência que vale ouro. Anote o kit básico: protetor solar aplicado antes e reaplicado durante, água para hidratação antes de entrar, roupa leve e confortável, calçado que aguente horas em pé e uma camada extra para o fim do dia, quando a temperatura cai. Boné e óculos escuros não são acessórios, são equipamento.
Sobre alimentação e bebidas, os eventos desse porte contam com estrutura de bares e pontos de alimentação no local, e o consumo é individual, ponto a ponto. A divulgação oficial não menciona open bar em nenhuma das duas datas, então planeje o orçamento considerando compra avulsa. Chegue já almoçado, leve dinheiro ou cartão conforme sua preferência e evite gastar os primeiros quarenta minutos do show na fila de compra.
Para quem vai de outra cidade, o plano de fim de semana muda conforme o destino. Em Curitiba, o show de sábado, no dia do Halloween, abre espaço para uma agenda noturna na cidade depois do evento. Em São Paulo, o show de domingo, na véspera de feriado, elimina a pressão de volta: dá para jantar com calma, dormir bem e usar a segunda-feira de feriado para desacelerar. Quem tiver agenda e orçamento para os dois dias terá, na prática, um festival pessoal de dois dias com o mesmo artista, em dois estados, dois espaços e dois formatos de apresentação.
Um alerta logístico: dias próximos ao Halloween e à véspera de feriado encarecem e esgotam mais rápido hospedagens e passagens. Reserve o quanto antes, e prefira acomodações com cancelamento flexível. Esse tipo de detalhe separa o fim de semana tranquilo do fim de semana improvisado.
Ingressos: como comprar e usar o cupom de desconto PARTIU
Vamos ao que interessa no fim do funil: ingressos e economia. A venda oficial dos dois eventos está aberta pela plataforma Ingresse, com páginas dedicadas para cada data no site oficial do evento. Em Curitiba, a produção confirmou lote extra em todos os setores, o que indica boa disponibilidade neste momento, mas lotes extra, por definição, têm caráter limitado e tendem a ser os últimos da fila.
O processo de compra é padrão: escolha a data, selecione o setor conforme a experiência desejada, com preços que variam entre opções mais acessíveis e posições mais próximas do palco, e finalize o pagamento. Vale comparar os setores com calma antes de decidir, porque a diferença de experiência entre uma área geral e uma posição privilegiada justifica o adicional para parte do público, enquanto para outra parte a área aberta é mais que suficiente.
Aqui entra o nosso papel. Nós fornecemos cupom de desconto para os eventos que cobrimos, e para o Solomun no Brasil 2026 o código é PARTIU. O funcionamento é simples: durante o checkout na página oficial de vendas, informe o cupom no campo de desconto antes de concluir o pagamento. O valor final diminui, e a diferença pode virar alimentação, bebida ou até um setor melhor dentro do evento.
Passo a passo prático da compra com desconto:
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Um aviso sincero de planejamento: faltam pouco mais de dez dias para o show de Curitiba e cerca de doze para o de São Paulo. Lotes finais costumam vir acompanhados de menos opções de setor e de preços de revenda inflados nas plataformas paralelas. Comprar agora, com cupom, no canal oficial, é a combinação mais barata e mais segura disponível.
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Dicas de viagem: Curitiba e São Paulo no fim de semana
Para o público de fora, vale pensar a viagem como parte da experiência. Em Curitiba, a cidade entrega uma infraestrutura turística madura: rede hoteleira variada nos bairros centrais, boa gastronomia e transporte funcional. Ficar em regiões como o Centro, Batel ou mesmo no eixo norte, mais perto da Pedreira, facilita a ida e a volta do evento. O sábado do show coincide com o Halloween, então a agenda noturna da cidade estará cheia, de bares a festas temáticas. Chegue na sexta ou no sábado de manhã, explore um pouco e vá ao evento descansado.
Em São Paulo, a logística depende muito do orçamento. Hotéis próximos ao Alto de Pinheiros e à Faria Lima atendem bem quem quer estar perto do Villa-Lobos, enquanto opções mais acessíveis nos bairros da Av. Paulista, Pinheiros e Vila Madalena exigem deslocamentos curtos de aplicativo. Como o show é domingo e a segunda é feriado, considere a possibilidade de ficar até a segunda à tarde: o trânsito paulistano esvazia no feriado e a cidade rende passeios sem pressa.
Nos dois casos, o princípio é o mesmo: o show é o centro do fim de semana, mas a cidade ao redor é o que transforma a ida em experiência completa. Quem planeja hospedagem, transporte e alimentação com antecedência gasta menos e aproveita mais. Quem deixa para depois costuma pagar a diferença em conveniência.
Perguntas frequentes sobre Solomun no Brasil 2026
Para fechar, as respostas rápidas para as dúvidas mais comuns de quem está organizando a ida aos shows.
Quais são as datas e cidades do Solomun no Brasil 2026? Curitiba recebe o show no sábado, 31 de outubro, na Pedreira Paulo Leminski, com Vintage Culture como convidado. São Paulo recebe o artista no domingo, 1º de novembro, no Parque Villa-Lobos, em apresentação solo. Ambos começam às 14h, ao ar livre.
Onde compro os ingressos e como uso o cupom PARTIU? Pela página oficial do evento na plataforma Ingresse. No checkout, informe o cupom PARTIU no campo de desconto antes de concluir o pagamento. Se houver qualquer problema na aplicação, fale com a gente pelo Instagram antes de comprar.
Os shows são diurnos? A que horas começa? Sim, os dois eventos seguem formato de festival diurno, começando às 14h. Chegue antes para evitar filas e garantir boa posição na pista.
Tem open bar? Não. A divulgação oficial dos dois eventos não menciona open bar. A estrutura do local conta com bares e pontos de alimentação, com consumo individual, então organize o orçamento do dia considerando esse ponto.
Qual a diferença entre o show de Curitiba e o de São Paulo? Curitiba traz dois artistas, Solomun e Vintage Culture, dividindo o palco. São Paulo é um show solo de Solomun, com set dedicado. São experiências diferentes: a de Curitiba tem peso de encontro entre gerações da música eletrônica, a de São Paulo entrega a jornada completa do headliner.
Vale ir nos dois shows? Para fãs de música eletrônica, a combinação é atrativa: finais de semana consecutivos, formatos distintos e a chance de ver dois tipos de apresentação do mesmo artista. Quem escolher só uma, o critério prático é o line-up em Curitiba e o formato solo, mais imersivo, em São Paulo.
O que levar para o evento? Kit diurno clássico: protetor solar, água, roupa leve, calçado confortável, camada extra para o fim do dia, boné e óculos escuros. Verifique a previsão do tempo no dia e ajuste conforme necessário.
Os eventos podem sofrer alterações? Sim, como em qualquer evento desse porte, line-ups e informações operacionais podem mudar por decisão da produção. Acompanhe os canais oficiais do evento e o nosso perfil para atualizações.
Conclusão: dois dias, dois estados, uma oportunidade
O Solomun no Brasil 2026 condensa em um final de semana o que o público de música eletrônica busca há anos: um artista de escopo mundial, em espaços icônicos, no formato que melhor traduz seu trabalho, com agendas diurnas acessíveis. Curitiba entrega o encontro entre Solomun e Vintage Culture na Pedreira Paulo Leminski, no sábado, 31 de outubro. São Paulo entrega a jornada solo no Parque Villa-Lobos, no domingo, 1º de novembro, na véspera de feriado.
Você já tem as datas, os locais, a lógica de cada apresentação, o guia operacional do dia e o caminho para pagar menos. O que falta é a única decisão que nenhum cupom resolve: garantir o ingresso antes que os lotes finais slim o leque de opções.
Escolha sua data, aplique o cupom PARTIU na compra oficial e se prepare para horas de set que prometem passar rápido demais. E se quiser acompanhar mais cupons e coberturas de eventos como esse, siga o perfil @partiupraboa no Instagram. Nos vemos na pista.